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Fake news e coronavírus: desmentindo rumores

Campanha: Coronavírus

Fake news e coronavírus: desmentindo rumores

Desde que a pandemia por COVID-19 foi anunciada, no início de março, diversas informações falsas – as fake news – começaram a circular por grupos de WhatsApp e redes sociais. Isso porque a busca de notícias sobre a doença atingiu números impressionantes.

Quando pesquisamos o termo “coronavírus” no Google, temos um retorno de mais de 5 bilhões e meio de resultados. Se comparamos com outras buscas mundiais, como World Cup (Copa do Mundo, em inglês) temos pouco mais de 2 bilhões de resultados.

O volume de buscas pelo coronavírus proporciona que pessoas mal-intencionadas se aproveitem para espalhar fake news, prometendo curas e vacinas para o vírus, além de aplicar golpes financeiros em alguns casos, enviando mensagens em nome de bancos e instituições financeiras.

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Como evitar as fake news sobre o coronavírus

Jornalistas, agentes de saúde e órgãos oficiais do governo vêm trabalhando para barrar a disseminação das notícias falsas. O Ministério da Saúde, em parceria com o SUS, agiu rapidamente e lançou um app que ajuda a população a identificar as chamadas fake news. Além do app, disponível para Android e iOS, também foi lançada uma página especial em que a população pode se informar sobre os fatos confirmados e verificados sobre a epidemia.

O Google também implementou funções para ajudar quem busca informações e notícias verificadas. Ao buscar o termo “Coronavírus”, os primeiros resultados oferecidos são links da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde com informações relevantes, além de dicas práticas para a prevenção do vírus.

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O WhatsApp, em parceria com a OMS e o UNICEF, disponibilizou uma página com dicas úteis para que os usuários da ferramenta possam identificar possíveis fake news. Além disso, a página indica como usar o WhatsApp para manter sua comunidade conectada e informada sobre o novo coronavírus.

O Governo de São Paulo criou um canal público no Telegram, no qual usuários podem receber informações em tempo real, além de ter acesso a cards e banners produzidos pelo governo sobre medidas preventivas e campanhas sociais no estado, para fácil compartilhamento nas redes sociais!

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O Facebook anunciou um investimento de US$ 1 milhão para ajudar a Rede Internacional de Verificação de Fatos a aumentar sua capacidade de checagem de informações durante a crise. A maior rede social do mundo também implantou algoritmos para procurar promessas falsas ou sensacionalistas feitas em seus anúncios, como pessoas oferecendo tratamentos sem comprovação científica (como prevenção ou cura para o vírus).

Já no Instagram, quem procura por “coronavírus” na barra de buscas recebe a opção de acessar informações atualizadas em sites oficiais ou autoridades no assunto. Aqui no Brasil, por exemplo, o Instagram indica o site do Ministério da Saúde.

Uma das dicas mais importantes é dar preferência a veículos verificados e confiáveis. Além disso, é interessante também verificar em sites de checagem de notícias — como o E-Farsas, Aos Fatos e Lupa — antes de compartilhar com amigos e familiares. A desinformação pode causar estresse desnecessário, por isso, em um momento como este, é importante que estejamos atentos a todas as informações que são compartilhadas. 🙂

Fonte: Dialogando - Fake news e coronavírus: desmentindo rumores (2020)

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Fake news e coronavírus: desmentindo rumores 2020-04-29 16:44:59
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